Sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Só por hoje  quero distância da minha indiferença e de pessoas indiferentes. Quero ser sujeito ativo, alegre, envolvente e participativo seja nas atitudes, seja no jeito de estar e de ver a vida, as coisas, as belezas. Quero proceder como sujeito livre e responsável. Quero dar atenção aos inúmeros sinais de vida e deixar que eles venham a mim através de meu olhar sincero e acolhedor. “O que mata um jardim é esse olhar vazio de quem passa por ele indiferente”; “Delícia de fechar os olhos, por um instante e assim ficar, sozinho, fabricando escuro… sabendo que existe a luz” (Mário Quintana).

Mayer, Canísio. Só por hoje. São Paulo: Paulus, 2ª reimpressão, 2018

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