Segunda-feira, 29 de julho de 2019

Só por hoje  quero pensar sobre uma pergunta inusitada: “Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos você tem?” (Confúcio). O que mais me envelhece no meu viver? Onde me desgasto exageradamente? Que tipo de problemas imaginários me envelhecem prematuramente? E que ganhos essa ansiedade me traz? Onde é mais perceptível um envelhecimento acima da média seja internamente (desânimos, falta de paixão, ausência de sonhos…) e externamente (rugas, olhares melancólicos, movimentos do corpo…) O que é possível fazer e onde começar?

Mayer, Canísio. Só por hoje. São Paulo: Paulus, 2ª reimpressão, 2018.

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